terça-feira, 20 de julho de 2010

A consequencia de pequenas alegrias são os amigos de verdade !

Bom, boa tarde leitores.
Primeiramente vim agradecer a todas as visitas e os comentarios, e espero que estejam gostando muiiito do blog! *-*
Hoje vim fazer um desabafo, e uma confidencia : Sou dependente dos meus amigos. Eu estava pensando, o quanto de coisas ruins eu estive passando, mas o quanto estive me apoiando neles. Mesmo com todas as quedas que eu tive, sempre tinha alguem la me dando a mão. Sempre teve alguem ali pra mim, me fazendo rir, me escutando, e cuidando de mim. Obrigada a todos vocês, eu os amo, do fundo do meu coração que aos poucos se recupera. São pessoas como voces que me fazem seguir em frente, que me fazem rir feito aniimais no skyhpe, hahaha ,e isso é tudo oque tenho a dizer.
E os mais especiais: Amooor *-* ; Tamy, Aleh e Mylla ; Melhor e Brodi, Junior e Blood ; Fran, Nich, Duck, Paulete, Mahgui ; Gemea e Pre ; Arthur filhote, Vadia, Rê e os novos membros, Paulo e o Cearence bravo haha. Cada um de vocês tem um lugar especial e exclusivo no meu coração, os velhos e os novos agora tambem, tem da mesma maneira.
Agora vou deixar mais uma parte da história que vocês tem taanto me pedido, espero que gostem, é triste mas muito bonita, proximo post ja tem o fim dela...

[...] Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas e foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar. Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia [...]





Comentem! Hahaha.





Pra você que me ama ;
Maryan Najjar



10 comentários:

Nicholas disse...

Nossa, estou no meio da multidão. Cadê o meu merecido destaque? Pelo menos me botou no meio da Flor e da Fran... u.u

G. Miguel disse...

mto massa

Izabella Diniz disse...

vc sempre ta na meiuca minha e da Franis nicholas... :X

Paula disse...

Own, que fofa e linda você é. Obrigada por fazer parte da minha vida também e até nas horas loucas de tagarelar no Skype da vida. *__* LINDA VOCÊ.

Gustavo Almeida disse...

Oi meu amor...(L)
To gostando cada vez mais de seu blog minha linda, a história muito interessante e boa.
E saiba que você é muito especial pra mim tb tah?
Beijos, e eu te amo muito.

Tamy disse...

falar o que? simplesmente.. conte comigo. amo vc :)

Mateus G. disse...

Serio... to cada post mais viciado no seu blog, vc é um genio, essa historia da ana ai... perfeita... Que bom que sua historia é +/- a dela... pq é LINDA

alêeh disse...

oun *-------*
quadrado (L) ♥ <3 s2

Anônimo disse...

dudu aki...muito bom o blog parabens mah continue assim =] uma bela história e muito boa escrita =]

Gleyson Quirino disse...

Não gostei, meu nome não está aí D: MAHEUHAUE '.' Brincadeira, amo você critura ♥

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